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segunda-feira, 16 de junho de 2014

4ª Temporada de Game of Thrones - Crítica

É pessoal enfim de volta as postagens no blog! Foram meses de correria e coisas a resolver e agora me reorganizando, e farei o possível para manter as postagens atualizadas com críticas sobre lançamentos de filmes, séries, discos..... mas vamos deixar de blábláblá e ir pra o que interessa, o final da quarta temporada de Game of Thrones.
Cartaz da série onde se lê: "Todos os homens devem morrer"

Pra começar essa é sem dúvida uma das melhores séries da atualidade, pois vamos ser sinceros 2014 foi uma ano atípico pra TV americana, tivemos as estreias de True Detective (puta série boa, talvez a melhor do ano), Fargo, Helix (que só vim conhecer mês passado) e as ótimas continuações de Person of Interest, Hannibal e The Walking Dead (ah essa todo mundo vê, mas é boa sim!). Essas são apenas algumas das séries que vejo na atualidade sem falar que infelizmente (ou felizmente) Breaking Bad chegou ao fim, essa sim talvez a melhor já feita até hoje. Mas vamos pra GoT.
Sempre que começa o começo de temporada fica todo mundo se perguntado, quem vai perder a cabeça, que vai ficar vagando sozinho, quem vai ser traído e por aí vai, e essa não foi diferente, então aí tome xingamentos na rede, que o diga Claudia Croitor do Blog Legendado do G1, entre outros, até eu mesmo fui perguntado se essa série não sairia "disso", mas paciente como sou falei pra terem calma e entender que a série baseada nos livros de George R. R. Martin e de produção de D. B. Weiss será longa e cheia de diálogos, e ninguém sabe como termina, até porque da série disse que quanto mais se pergunta como será o final da série ele afirma que matará um Stark! Então melhor ficarmos quietos e não abusar o homem, mas vira e mexe tem um metido a sabe-tudo que só porque leu os livros (ou pegou o resumo na internet) conta alguma coisa que ainda não vimos na TV.
Essa temporada veio a deixar claro e mostrar coisas e ações que queríamos ou não vê antes, mas temos que entender que uma série desse porte e baseado nos livros que é, torna-se complicada de se adaptar pra TV, mas GoT tem se saído impressionantemente ótima.
A direção da série, a edição, atuações, figurino (sem comentários), tudo é muito bem feito e pensado, e essa temporada veio a mostrar que existe sim vida fora dos livros! As adaptações para a TV como já falei tem sido impressionantes!
A morte do Rei Joffrey e a luta da Víbora contra a Montanha.
Quem não queria vê Tyrion matar o pai?! Ou Jon Snow comandar a Patrulha?! Ou o Rei mais odiado que já existiu morrer?! Mas também não queríamos vê a Víbora morrer daquele jeito nas mãos da Montanha; nem Mindinho ganhando tanto "poder" ou Daenerys Targaryen não saber o que fazer com os dragões! Sem dúvida foi a melhor temporada de GoT até hoje, superando até a primeira, foram os melhores episódios e maiores surpresas. Resta aguardar e torcer pra a quinta temporada ser tão boa quanto e o que vai acontecer com Arya chegando na Muralha e o que realmente vai acontecer lá, quando o tão falado Inverno e seus Caminhantes Brancos chegarem?! O que vai ser de Tyrion?! Jaime e Cersei (amor da peste!)?! E Mindinho e Sansa mandando em tudo e todos no Ninho da Águia?! E Bran o que descobrirá sobre ele mesmo?! E será que ele voa mesmo?! É minha gente não é fácil ficar sem uma série dessas e ter que esperar 10 meses, (sim 10 meses!) pra vê o que nos espera a partir da quinta temporada que só começa em Abril de 2015. Até lá por favor ninguém me fale nada não dos livros!
Abaixo Promo do Episódio Final:




EU SOU BERGUINHO E AQUI NÃO FICA A MINHA REVOLTA!

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Aviso

Devido a pouco tempo, uma correria intensa no trabalho e faculdade passei todos esses dias sem atualizar o blog, e infelizmente ficará assim até o fim desse mês quando publicarei a lista dos melhores e piores filmes do ano, e a partir de janeiro volto ao normal com as postagens. 
Agradeço a todos pela compreensão e desculpas por algo.
Berguinho.  

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Filme Kick-Ass 2


Amanhã (18/10) estreia no Brasil Kick-Ass 2, continuação do bom filme de 2010 Kick-Ass Quebrando Tudo, como eu já assisti faz um mês mais ou menos vou deixar por aqui minha opinião, lembrando que é apenas a minha humilde opinião, de um cara que gosta muito de cinema, então vamos lá.
Continuações sempre são um problema, ainda mais depois que o sucesso foi imenso no primeiro filme e que pegou até os produtores de surpresa e tiveram que fazer novos contratos para os atores protagonistas Aaron Johnson, Chloe Moretz e Christopher Mintz-Plasse; pra quem não viu ou não sabe o primeiro filme foi um dos mais baixados do ano de 2010 e conta a estória de pessoas "normais" que se vestem de super-heróis, criam alcunhas pra si e saem combatendo o crime pelas ruas da cidade, e quando o vídeo vem a tona na internet começa a aparecer mais e mais "super-heróis" o longa é baseado nos quadrinhos de Mark Millar e John Romita Jr. e aqui na continuação, a porrada come solta e na mesma velocidade que aparecer jovens querendo combater o crime, aparecem vilões.
No primeiro longa, o humor é bem usado e legal de se vê, apesar de ter a violência de como já se era de esperar, pois imaginem só pessoas se fantasiando e saindo pra combater o crime, sem nenhum treinamento ou coisa do tipo. O problema aqui em Kick-Ass 2 é que a violência chega a beirar o ridículo, impossível e insuportável! tudo bem que a personagem Mindy a Hir-Girl (onde o filme se foca mais na vida dela pós-morte de seu pai) teve treinamento com o seu pai (Nicolas Cage no primeiro longa) e tal, mas o que ela chega a fazer nesse filme, como a sequencia de luta no beco contra quatro ladrões, pra quem gosta de filme de ação não é pra dizer: "porra a menina é foda!", não é pra dizer: "mas que porra é essa?!", já que é pra fazer um filme que beira o imaginário de muita gente que tenta ser um "super-herói" então que façam da maneira correta, igual quando vemos o personagem Dave levando porrada de um monte de gente, gostamos e torcemos por ele, porque temos a ideia de que isso é o que realmente poderia acontecer. O humor nesse filme não é de agradar ninguém, até Jim Carrey não agrada aqui, e olha que ele chegou até a reclamar da violência em excesso do filme.
Quentin Tarantino incluiu esse filme na sua lista de melhores de 2013, ao contrário da minha pessoal que vou ter que inclui-ló na minha de piores, espera bem mais desse filme e achava que seria uma coisa bem mais perto do que foi o primeiro, mas, isso é o que dá, gastar tudo que tem de bom no primeiro filme e depois fazer uma porcaria dessas, talvez mudança de diretor (saiu Matthew Vaughn que fez o ótimo X-Men Primeira Classe e entrou Jeff Wadlow que fez filme como Quebrando as Regras) e tal podem explicar a queda tão brusca de qualidade, mas pra quem gosta de vê porrada ao exagero sem pé e nem cabeça, podem procurar esse filme, se não...

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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Disco póstumo do Charlie Brown Jr. - La Família 013

Bem pessoal tô de volta depois de alguns dias e muita correria em minha vida, mas, isso é outra estória, aqui o blog não é pra contar minha vida.

Ouvi - e continuo ouvindo - o disco do Charlie Brown Jr. que já estava pronto antes dos acontecimentos já sabidos de março quando o vocalista Chorão foi encontrado morto me seu apartamento e do suicídio do baixista Champingnon mês passado, o álbum intitulado La Família 013, que pelo que fiquei sabendo se refere ao DDD de Santos, tem as já esperadas e recorrentes desde o disco Imunidade Musical (2005) letras mais suaves com melodias "pesadas" mas pero no muchó, reggae, metal e até flerta com blues, o que não se vê por aqui são as batidas rap que sempre figurava entre os discos do CBJr. 
Muitas músicas deste disco que é um bom disco, talvez o melhor em anos do CBJr. querendo ou não, ligamos a eventos recorrentes na vida do cantor Chorão como se ficou sabendo através da imprensa depois de sua morte, como depressão devido a briga com a mulher como se pode ouvir nas faixas  Meu novo mundo, Hoje sou eu que não mais te quero e Vou me embriagar de você (essas duas últimas sem dúvida as melhores "baladas" do disco),entre outras tantas que vemos a voz arrastada e depressiva de Chorão e seu exagero na bebidas e outras coisa mais quando saia perambulando solitário pela noite paulista na faixa A mais linda do bar, que tem uma batida bem blues; Rock Star lembra muito música de skatista e Camisa Preta mostra muito bem que metal não era a praia da banda.
Quando falo que este é o melhor disco da banda em anos, primeiro pode vim a mente de muitos, que isso é consequência da morte de integrantes importantes da banda e que ficou todo mundo vendo e ouvindo CBJr. com outros olhos, mas já falei de CBJr. por aqui depois da morte de Chorão e deixei claro minha opinião sobre a banda nos últimos anos, isso você pode lê aqui; mas, a qualidade sonora e musical da banda se vê claramente muito melhor depois da volta de quase toda a formação original (só não voltou pra banda o baterista Pelado), mesmo que a participação na composição das músicas não tenha sido tão marcante pelos outros integrantes, mas músico bom faz a diferença em qualquer lugar, Champingnon era sem dúvida um dos melhores músicos do país e Marcão não é melhor do que Tiago Castanho mas a sincronia entre os dois funciona muito bem e isso para uma banda é muito importante.
Chorão e Champingnon no auge da banda e que faleceram esse ano.
Um disco bom que recomendo, o último de uma banda que marcou a vida de muita gente (a minha, sem dúvida nenhuma) e foi sem dúvida uma das mais importantes e influentes do cenário nacional, principalmente no fim dos anos 90 e início dos 2000; só não dá pra vê se os integrantes que ficaram e já com outros que pintaram na A Banca formando uma nova banda e cantando as músicas do CBJr., porque A Banca mesmo foi uma coisa sem necessidade e lógica nenhuma. Digo uma coisa, as baladas e letras se bem ouvidas e interpretadas pelo público e principalmente pra quem tá na "fossa" é uma coisa forte e de matar um do coração, até parece que Chorão sabia o que acontecia na vida das pessoas, mas ele apesar de tudo era um ser humano e passou por situações iguais a de muita gente.
Vídeo Meu novo mundo:



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terça-feira, 1 de outubro de 2013

A volta de Person Of Interest

Elenco principal da série.

Só ontem deu pra assistir a volta de Person Of Interest, série esta que já falei aqui nesse blog algumas vezes, e que cada vez mais vem crescendo em sucesso de público e crítica, a mente criativa de Jonathan Nolan é incrível fazendo com que a série não caia numa mesmice e tirando o interesse do público.
Depois dos surpreendentes acontecimentos no final da segunda temporada, a volta como se era de esperar começou com muita ação, mais mistérios envolvendo a "super usuária" que está em um hospício e a máquina se comunicando com ela e a permanência que já era dada como certa da personagem Samantha Shaw interpretada por Sarah Shahi, personagem este que é o foco de minha maior crítica.
Uma coisa que sempre acontece nas séries e na maioria de suas vezes não dá certo é a inclusão de novos personagens em um ambiente já marcado por aqueles que estão desde o início da série, como aconteceu em temporadas de Lost, Walking Dead entre outros; em alguns casos se entende essa necessidade de surgimento de novos personagens e outros como o caso de Walking Dead e Game of Thrones isso acontece devido a série ser baseada em quadrinho e livro respectivamente logo, querendo ou não tem a necessidade de apresentar todos que estão envolvidos na trama escrita. No episódio 16 da segunda temporada "Relevance" apareceu a personagem Shaw que fazia o mesmo serviço de de John Reese só que para o governo e nem sempre fazia a coisa correta e depois daí ela sempre apareceu na série. O que acho errado é que a série não pode perder seu foco nos personagens já consolidados e a arrogância e chatice da personagem beira o insuportável.
Sarah Shahi como Shaw personagem que na minha opinião não caio bem.
Mas colocando na balança os prós e contras, infinitamente Person é sem dúvida uma das 5 melhores séries da atualidade, ficando ao lado de Game Of Thrones, Walking Dead, Breaking Bad e Hannibal; mantém uma regularidade incrível em sua audiência nos Estados Unidos que em média é de 14 milhões de espectadores por episódio chegando até em alguns episódios a mais de 16 milhões e seu número menos foi de 11 milhões, pra se ter ideia Walking Dead que é a série que todo mundo assiste hoje em dia e é o maior sucesso, seu episódio de maior audiência na temporada passada foi de 12 milhões; e mesmo assim Person com boas atuações dos atores Jim Caviezel e Michael Emerson que foi a té indicado ao Emmy 2012 por seu papel aqui, direção e roteiro nunca é lembrado nos programas e nos grande sites da internet, até no Omelete e O Capacitor pouco ou quase nada se fala dela, mas, o que é bom dura e o que é ruim e clichê passa rápido. Só digo uma coisa, menos Samantha Shaw e mais Zoe, Carter, Fusco, Elias, "Super Usuário", CIA, John dando porrada nos caras, Finch e seus segredos...


EU SOU BERGUINHO, E MINHA REVOLTA FICA AQUI MAS, NEM TANTO DESTA VEZ!

domingo, 22 de setembro de 2013

Filme JOBS


Essa semana vi esse que conta em ritmo meio que documental a trajetória de Steve Jobs, o criador da Apple que com toda certeza ajudou a revolucionar o mundo que que vivemos hoje, com todos os formatos de mídias e tecnologias diferentes.
O filme mostra um Jobs, sem qualquer escrúpulo, disposto a passar por cima de tudo e todos para conseguir seus objetivos.
Vou ser sincero e confessar que não sou muito chegado a esse tipo de filme-biográfico, coisa que vem a cada ano se repetindo mais em mais não só no cinema americano e principalmente no Brasil desde outros tempos, mas filmes como J. Edgar e o nacional Lamarca são exemplos de bons filmes desse gênero, o que não acontece com Jobs. É muita forçação de barra, em menos de 2 anos se fazer um filme desse, com certeza os interesses comerciais vieram em primeiro lugar, vemos nessa produção um diretor fraco que força os closes e abusa de uma trilha melosa para cada momento do filme, Ashton Kutcher (o cara de Efeito Borboleta  e comédias românticas da sessão da tarde) até  que se sai bem, na maneira de andar - que diga-se de passagem é ridículo, sim ridículo mesmo, pois só porque o cara tá morto não vou ficar aqui puxando farinha pra o saco dele - e falar, mas isso não é o suficiente.
Kutcher como Steve Jobs
Apenas é retratada a vida de Jobs dentro da Apple, suas criações, brigas, fixação eterna no melhor e total desrespeito e falta de educação com todos. O que se dá a entender e o que se passa para o público é que ele é tipo um gênio indomável e que empresas concorrentes (Microsoft e IBM) são as grande vilãs e o que é bom, moderno e revolucionário vem apenas de sua empresa, aí a produção deixa de ser um filme e começa a se transforma em uma grande propaganda da vida e criações de Jobs; imagine só você jogar fora um equipamento de som só porque ele não pausou quando você quis? Se fosse assim lá em casa não existiria nem som, TV ou qualquer aparelho eletrônico. 
Nunca fui fã de Jobs, mas reconheço que muitas coisas que temos e usamos hoje foi devido a seu trabalho, mas ficar endeusando ele, como aconteceu durante a sua morte e agora nessa produção, é demais pra mim! Todo mundo sabe que ele sempre foi um orador de primeira, com todos aqueles discursos quando ia apresentar um novo produto, entre outros tantos famosos que estão repletos no YouTube. talvez esse filme em outra época fosse melhor visto não só por mim, mas por outros também, pra mim veio cedo e totalmente errado e mal feito. Como sempre Jobs procurava a perfeição e pra isso não respeitava ninguém, a pergunta que fica é a seguinte: "Jobs aprovaria um filme desse?"

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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Vai começar o Rock? in Rio 2013


Bem pessoal mas uma vez estou por aqui para falar de Rock in Rio, assim como fiz no final do último evento em 2011, mas, dessa vez vou falar logo antes do começo deste e deixar bem claro minhas opiniões sobre este festival que nasceu com a alcunha de Rock mas que na verdade nunca foi isso.
Quando eu era mais novo e não existia tudo isso hoje chamado internet e também não tinha (e ainda hoje não tenho) TV a cabo, o Rock in Rio era como a salvação para se poder assistir nomes de peso do Rock na TV aberta, lembro com bons olhos a edição de 2001 que apesar de falhas na organização creio eu que foi um dos melhores, se não a melhor edição da história, lembrando também que foi a partir desta edição que começou a aparecer as noites com "boys band" e todo esse lixo pop que tanto vemos hoje e também quem não lembra da total falta de entendimento dos organizadores e colocarem uma banda muito boa como Queens of Stone Age que não é de metal na noite dos metaleiros e Carlinhos "garrafinha" Brown na noite do Guns? Mas vamos a esse ano.
Explicitamente vemos aqui um empresário que se diga Medina, com grande gana de faturar bastante é que de música nem ele e nem que está a seu lado entende de música, só de pensar em certos nomes que vejo passar na vinheta na TV e nos comentários da internet é revoltante, é um verdadeiro desfile de músicos nacionais de estilos ruins e duvidosos e pop's estrangeiros de dar uma dor no saco de tão ruim que são. Cadê que ele e sua equipe bolam uma noite punk? mas, é de saber que ele não teria essa coragem porque se não... 
The Offspring uma das poucas coisas boas desse festival.
Já vou logo confessando que não vou acompanhar esse lixo chamado hoje em dia pela vinheta da Globo de maior festival da música mundial, que terá, pra quem tem um saco bem grande o Zeca Camargo apresentando, que é metido a entendedor de cinema e música, e como não tenho TV a cabo depois vou baixar o  show do Offspring que vai rolar dia 14 e é uma das poucas coisas boas que vão rolar e mesmo assim não será no palco principal da pra acreditar?, dia esse que será  o mais próximo da musica indie e punk que contará também com Marky Ramone.
O festival já começa com uma porcaria em sua abertura com Beyoncé e Ivete Sangalo no Palco Mundo, o que é uma verdadeira afronta a quem ouve rock n' roll, porque como que se pode usar essa palavra chamada ROCK no nome de um festival que faz isso em sua abertura?! E dia 15 que vocês vão vê, (sim vocês, eu não) no palco principal gente da laia de Justin Timberlake e Alicia Keys, enquanto Nando Reis vai para o Palco Sunset, ou seja o segundo escalão. Na sua volta dia 19 vai ter a noite do metal com Metallica, Alice in Chains e Sepultura, dia 20, Bon Jovi (argh) e o bom Frejat. O pior será no dia 21, que será uma verdadeira falta de respeito e afronta a todo bom roqueiro e conhecedor de música de qualquer estilo, um dos caras mais respeitados da história não só do rock mas também da música mundial, Bruce Springsteen como atração principal, onde no mesmo palco, na mesma noite também tocarão Ivo Meirelles + Fernanda Abreu + Elba Ramalho, sim junto mesmo os três e depois Moraes Moreira + Roberto Sá + Pepeu Gomes, esse mesmo Pepeu que pra quem não sabe nesse festival que se diz de rock ele foi o músico que mais se apresentou, dá pra acreditar?! Pra encerrar dia 22, mais metal com Iron Maiden e Slayer.
Fazer festival de rock não é pra qualquer um e hoje em dia com todo esse surgimento e "expansão" desse pop lixo de Bieber à Gaga, piorou então empresários resolvem optar pela mescla de artistas em grandes eventos o que é um grande equívoco e erro, o Rock n' Roll ele continua vivo e muito bem vivo, é que anda apenas no sub-mundo e o que é rock bom e de qualidade não se entrega e nem faz gosto de canais de TV, rádios, gravadoras ou empresários. 
Já que hoje em dia tudo vira motivo de protesto e tal, era bom um grande protesto contra essa porcaria chamado de Rock in Rio, que pode sim ser no Rio mas, que de Rock, a não ser uma banda aqui e outra ali não tem nada. Pra quem vai acompanhar bom proveito!
Me digam o que essa mulher tem em comum com Rock n' Roll?!
Para vê a programação completa dos dias 13 a 15 clique aqui e para os dias 19 a 22 aqui   .

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